Análise - Naruto Ultimate Ninja Storm 2

A trama de Ultimate Ninja Storm 2 segue os mesmos passos da saga Shippuden do anime/mangá, ou seja, imediatamente após o primeiro...

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Análise - Dead Rising 2

Dead Rising 2 se passa 5 anos depois de seu antecessor. Os zumbis ja não são mais novidade pro mundo e a sociedade não só se adaptou a sua presença como se aproveita dela...

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09 dezembro 2010

Postedo por Hugo C On 12/09/2010 0 comentários

Halo: Reach – Análise

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História - 8

Os jogadores conferem a história do Noble Team e suas ações no planeta Reach. No jogo, seu personagem, conhecido apenas como 06, acaba de ingressar no esquadrão e tem como primeira missão investigar uma área rural. Chegando lá, descobre-se que a fonte dos problemas são os Covenant, raça alienígena que não gosta nem um pouco dos humanos. A partir daí, inicia-se uma guerra que muitos fãs já conhecem e até sabem como vai acabar.

Gráfico - 9

Reach traz várias melhorias em relação a Halo 3 e Halo: ODST. Talvez os elementos mais notáveis sejam os novos efeitos relacionados à iluminação e às partículas. É realmente interessante notar como a iluminação interage com os personagens e o próprio ambiente. Além disso, temos explosões e rastros de fumaça mais convincentes, assim como sensação de profundidade e movimento aprimorada.

Som - 10

O som de Reach é realmente surpreendente. Com músicas completamente épicas regidas por uma orquestra de extrema competência. Se você se espantou com Halo 3, então é melhor preparar muito bem seus ouvidos para Reach. Sem dúvidas, o jogo perderia muito de seu impacto se as trilhas não fossem tão boas.

Gameplay - 9

Para a felicidade dos brasileiros, Halo Reach é completamente dublado em nosso idioma. Tudo bem, a primeira vista, o jogo pode até soar estranho, já que muitos dos atores serão reconhecidos de filmes exibidos na TV aberta. Mesmo assim, não há como negar que o trabalho dos artistas é fenomenal e de nível extremamente profissional. Além disso, facilita bastante a compreensão da história para aqueles que não possuem domínio da língua inglesa.

Pela parte da campanha, temos boas horas de jogo — cerca de 12 — e uma grande variedade de armas e veículos. As coisas se tornam ainda melhores quando você se junta a um amigo, algo que pode gerar momentos planejados ou completamente inesperados.

http://consolepress.com/main/wp-content/uploads/2010/08/HDR-Halo-Reach-Gameplay-Mountains.jpg

Sem dúvidas, uma das grandes novidades de Reach são as Armor Abilities. Com elas, você pode desfrutar de habilidades especiais no momento em que desejar, limitando-se apenas ao intervalo necessário para que elas sejam recarregadas novamente após o uso. Na campanha, elas quase são esquecidas, mas no multiplayer competitivo, elas são extremamente úteis.


Existem várias habilidades distintas, como Jetpack e o Travamento de Arma, na qual o personagem permanece imóvel enquanto é protegido por um campo de força. Além dessas duas, também temos o Holograma, que gera um clone do jogador, confundindo seus oponentes, e a Camuflagem Ativa — uma espécie de invisibilidade que tem maior efeito quando o personagem está imóvel. Por último, Reach oferece Correr e uma habilidade exclusiva dos Elites que permite um movimento evasivo.

A modalidade Jogo Personalizado permite que o jogador altere várias condições de qualquer tipo de jogo selecionado. As possibilidades são vastas, permitindo que o jogador crie partidas acessíveis ou extremamente absurdas.

Nota Final - 9

05 dezembro 2010

Postedo por Hugo C On 12/05/2010 0 comentários

Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm 2 - Análise

História - 10

A trama de Ultimate Ninja Storm 2 segue os mesmos passos da saga Shippuden do anime/mangá, ou seja, imediatamente após o primeiro. Depois de dois anos e meio treinando com Jiraya, Naruto está de volta a Vila Oculta da Folha e agora tem que encarar o maior desafio da sua vida, a organização Akatsuki, enquanto busca uma forma recuperar seu amigo Sasuke.

O jogo reproduz momentos épicos da história como o resgate do Kazekage e a incrível batalha contra Pain. Vários momentos icônicos da série Shippuuden marcam presença no modo Aventura, que surpreende mesmo àqueles que já acompanharam os eventos no anime/mangá.

Apesar de pouco elaborado, o modo Aventura serve como um grande “serviço aos fãs” que poderão participar dos principais momentos da franquia. Além disso, a progressão nesta modalidade também serve para desbloquear novos personagens que poderão ser utilizados nos outros modos de jogo.

Gráfico - 9

Os gráficos são outro ponto alto do jogo. A utilização do famoso filtro cell-shade esconde a maioria dos problemas e apresentam visuais com um estilo singular, muito próximo das animações feitas para televisão.

Durante as lutas contra os chefes o jogo oferece transições belíssimas em meio à ação. Mas é nas cenas de corte que os visuais realmente se destacam, apresentado a trama com muita qualidade em vídeos impressionantes.

Qualquer deficiência técnica é superada pela captura competente do clima do anime. Dos personagens e cenários — especialmente a Konoha do modo Aventura — até os efeitos especiais próprios dos golpes mais explosivos, os visuais de Ultimate Ninja Storm 2 agradam sem fazer muito alarde.

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Som - 10

A dublagem original em japonês, com os mesmos dubladores do anime com legendas deixa o jogo ainda mais parecido com o anime.

Gameplay - 8,5

O sistema de combate é capciosamente fácil. São apenas dois botões de ataque, um de defesa e outro de pulo. Porém essa dinâmica simplista esconde um esquema engenhoso e que, apesar de facilmente aprendido, requer muitas horas para ser totalmente dominado.

As nuances do combate aparecem na hora de utilizar o chakra — a energia “mágica” dos ninjas. Conforme o chakra é acumulado, você pode utilizá-lo para modificar seus movimentos básicos.

Isso significa que você pode usar o chakra para executar um supersalto, esquiva, ataque ou até mesmo como combustível para bombas e outros ataques de longa distância. Quando você combina os golpes normais com efeitos criados a partir do uso do chakra, as lutas se tornam muito mais interessantes.

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Além disso, você também pode contar com uma ajudinha dos seus amigos. Se a opção estiver habilitada, o jogador pode levar três lutadores para cada combate, um principal que será controlado por você e outros dois que ficaram de apoio.

Quando convocados, estes companheiros de equipe entram momentaneamente na ação para executar um determinado movimento especial. Cada lutador possui uma habilidade específica e são especializados em defesa, ataque ou em uma mistura equilibrada de ambas as técnicas.

Você pode utilizar seus companheiros para criar combos incríveis que atordoarão seus oponentes deixando-os expostos ao seu golpe final e no final das contas um jogo de luta com apenas um botão de ataque acaba se transformando em um sistema rico que aposta na técnica e experiência dos jogadores.

E se isso não bastasse, ainda temos as lutas contra os chefes durante o modo Aventura, que rendem alguns dos momentos mais interessantes do jogo. Todo o embate é definido por uma determinada quantidade de estrelas alcançadas pelo jogador.

As estrelas são obtidas quando você inflige certo nível de dano em seu inimigo, o que desencadeia um mini jogo (quick time event), se você pressionar os botões certos na hora certa, você ganha um número variado de estrelas.

O elenco de lutadores, com mais de 40 personagens traz os principais nomes da série, mas deixa de fora alguns grandes favoritos dos fãs — como Zabuza Momochi, Hiruzen Sarutobi e Tayuya.

Além disso, a maioria dos personagens está bloqueada e alguns só podem ser habilitados pelo modo Aventura.

O modo aventura é interessante, mas ainda precisa ser trabalhado. As missões e a forma como a trama é apresentada estão bem articulados, todavia, as tarefas secundárias são banais e não acrescentam nada à evolução do personagem. Seria interessante ver missões mais inteligentes e mais liberdade de exploração — algo limitadíssimo nesta edição.


Nota Final - 9

03 dezembro 2010

Postedo por Hugo C On 12/03/2010 0 comentários

Call of Duty: Black Ops – Análise

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História - 10

O jogo começa contando a história de Alex Mason, que está sendo interrogado e torturado por um grupo desconhecido. Ao longo da interrogação Alex relata missões executadas por ele no passado, e o jogo coloca você no papel desse executor.

Black Ops se sustenta mais no enredo do que os outros jogos da série, e sua historia intriga o tempo todo tanto pela sua qualidade quanto pelo nível de seu detalhe, inclusive tendo personagens tirados de pessoas reais, como Fidel Castro e John Kennedy. As vezes ele se assemelha mais a um filme de ação dos anos 90 do que um jogo.

Vale a pena gastar alguns minutos visualizando cenas de corte — cutscenes — nas quais os diálogos apenas enaltecem o clima de tensão e expectativa que precede os momentos de ação.

Gráfico - 8

Os gráficos deixam um pouco a desejar. Os modelos dos personagens convencem, mas algumas texturas fazem eles parecerem “oleosos”,A interação entre certos objetos ainda desobedece às leis da física (muitos itens simplesmente “se atravessam”), e os cenários são satisfatórios.

Parece que a Treyarch não conseguiu acompanhar a evolução tecnológica, mesmo apresentando visuais bonitos. A série CoD merece um trabalho um pouco mais avançado na área gráfica, considerando que a repercussão da franquia é assustadora.



Som - 9

Dublagem impecável, efeitos sonoros completamente convincentes e ótima trilha sonora. A única coisa que impede uma nota perfeita é a dublagem de Alex, que tem qualidade inconsistente ao longo do jogo.

Gameplay - 9

Mais uma vez, muitas pessoas ficarão frustradas com a curta duração do modo principal de jogo. Tudo é muito bom, tudo é muito atraente... Mas dura pouco. Trata-se de um “infortúnio” presente tanto em Black Ops quanto nos últimos títulos da franquia.
Em cerca de seis horas, jogadores eficientes conseguem finalizar a campanha no nível Regular ou Hardened. No nível Recruit, existe a possibilidade de conhecer todos os eventos do enredo em ainda menos tempo. Um tanto decepcionante, não?

lack Ops é tão bem polido em sua jogabilidade quanto os seus antecessores. A localização para a década de 60 feita pela Activision é magistral, contendo armas de época, composição das fases convincente e muitos detalhes pequenos que satisfazem.

As fases conseguem se manter refrescantemente divertidas, e apesar do caos da batalha ser uma constante, cada estágio do jogo tem seu diferencial. A oscilação da dificuldade pode incomodar um pouco nas áreas onde o combate é mais intenso, até porque a inteligencia artificial dos seus aliados é completamente incompetente, mas isso é provavelmente intencional já que o jogo seria facil demais se fosse de outra maneira.

Como muitos já sabem, a área multiplayer sempre foi um dos pontos fortes da franquia. Em Black Ops, apareceram novidades intrigantes nessa parte do jogo. Desta vez, o jogador não somente desbloqueia armas, acessórios e ações extras — os famosos Perks — enquanto passa de nível, mas também adquire dinheiro.

Os CoD Points formam a “moeda” do game e são gastos em praticamente tudo: armas, acessórios e até mesmo contratos. Há tipos diferenciados de contratos disponibilizados de tempos em tempos. Um bom exemplo de Contract é executar três tiros na cabeça (headshots) sem morrer. Nesse caso, você não recebe apenas dinheiro, mas também pontos de experiência. É importante reforçar que os contratos mais difíceis custam mais caro, porém oferecem recompensas mais generosas.

Além disso, foram feitas mudanças em outras partes do modo multiplayer. Agora, você tem a chance de alterar até mesmo o tipo de soldado controlado, podendo escolher um dos biótipos disponíveis. Até dez classes podem ser criadas, sendo que os desenvolvedores criaram vários novos Perks e modificaram outros. Por exemplo: usando o Last Stand (“prolongar” a morte, equipando uma pistola enquanto ferido no chão), o combatente pode se arrastar enquanto tenta atirar nos inimigos.


Nota Final - 9

27 novembro 2010

Postedo por Hugo C On 11/27/2010 0 comentários

Vanquish - Análise

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História - 8

A história de Vanquish tem lugar num futuro não muito distante onde a população mundial atingiu um número demasiado elevado para ser sustentável. De forma a combater a escassez de recursos, os Estados Unidos criam uma base espacial com a finalidade de recolher energia solar e utiliza-la para abastecer o país. O que ninguém esperava é que a nova força Russa tomasse conta da estação e a utilizasse para destruir San Francisco. Com as baterias apontadas a New York como próximo alvo, é altura de agir e reaver o controlo da estação.

Nesta aventura tomam controlo de Sam, um soldado equipado com uma armadura altamente avançada da DARPA, que é recrutado para entrar no terreno e ajudar a reconquistar o O'Neill Cylinder, das mãos da Order of the Russian Star. Lado a lado com os membros da Bravo Company, chamados para a mesma missão, Sam vai ser constantemente ajudado pela sua colega da DARPA, Elena Ivanova de forma a levar a missão a bom porto.


Gráfico - 9

Um dos grandes destaques vai para a iluminação de Vanquish. Em geral, o jogador pode notar reflexos nas armaduras, oriundos de explosões ou mesmo de luzes artificiais. Outro elemento que merece ser ressaltado é a animação. Conforme já mencionamos, tudo flui bem e com muito estilo. Repare na maneira como Sam troca de armas.

Som - 9,5

Temos o áudio de Vanquish. Mais uma vez, a Platinum Games mostrou que sabe o que está fazendo, trazendo trilhas totalmente cabíveis com a atmosfera do jogo. O resultado são músicas predominantemente eletrônicas e que conseguem destacar bem as emoções do game.

Os efeitos sonoros não se limitam a simples explosões que parecem ter sido retiradas de um banco de arquivos de áudio. Aqui, você escuta não somente o “boom”, mas os circuitos entrando em curto, o ferro sendo distorcido e diversos outros detalhes.

Gameplay - 9,5

Mas é na jogabilidade e acção que Vanquish consegue realmente ser explosivo e altamente divertido. A jogabilidade mistura a acção na terceira pessoa a fazer lembrar a velocidade de clássicos como Contra, mas em 3D e com gráficos da nova geração.
Sam anda sempre equipado com a tecnologia Blade, que suporta até 4 armas que podem variar entre metralhadoras, lâminas voadoras, snipers e até lança-rockets.
As armas embora utilizem padrões actuais de disparo, são feitas como modelos futuristas das mesmas, havendo até espaço para algumas liberdades criativas.

A armadura de Sam, a ARS, como é conhecida, serve para desempenhar várias funções além da protecção básica.
Com ela podem abrandar o tempo usando o conhecido efeito de Bullet-Time, que pode ser activado em qualquer situação ou automaticamente numa fase crítica. À medida que dão uso ao escudo ou às várias habilidades vão gastando energia que precisam para manter a armadura a funcionar normalmente, mas após descarregada, é possível morrer muito mais facilmente.
Outra forma de usar a energia do ARS pode ser a aplicação da mesma ao uso de ataques físicos, extremamente úteis e poderosos, mas que descarregam de imediato o fato, por isso há que usar este ataque com algum cuidado e estratégia.
Em termos de movimentação, Vanquish influência-vos a agir depressa, para tal, o ARS vem equipado com vários propulsores que permitem que Sam se desloque a deslizar, muito mais depressa que o pelos cenários, chegando assim mais rapidamente às zonas com cobertura, ou então, passar pelas zonas mais movimentadas e assim chegar a pontos estratégicos. Tudo isto é bastante dinâmico e funciona muito bem, oferecendo sequências de tiroteios empolgantes e carregadas de estilo.
A juntar a isto, existe todo um exército de robôs da Order of the Russian Star, que funcionam como a vossa oposição e estes tanto podem variar entre máquinas do tamanho humano, como robôs do tamanho de prédios, apetrechados com lança misseis e lasers, tudo isto ao mesmo tempo. Estas sequências contra bosses gigantescos são normalmente bem realizadas e divertidas, apenas perdendo algum fulgor quando ficam muito tempo a realizar a mesma operação, simplesmente porque uma determinada peça ou parte do corpo é demasiado resistente.

Se há algo que Vanquish faz de forma bastante interessante é o seu método de evolução das armas que podem usar. Se conservarem o carregador de uma arma cheio até ao máximo, a próxima vez que apanharem munições para a mesma arma, esta acaba por evoluir um nível, podendo dar mais dano ou até ter direito a mais balas dentro do carregador. É de facto uma novidade muito bem vinda e que faz todo o sentido, pois, se é impossível apanhar as munições extra, ao menos estas ganham uma nova função.

Em relação à apresentação, Vanquish consegue ser um jogo bastante apelativo a nível visual, especialmente quando os cenários estão cheios de tiros e explosões, com robôs a aparecerem de todos os lados. A arquitectura do O'Neill Cylinder faz lembrar a espaços aquilo que foi visto no primeirao Halo, com vários edifícios desenhados à distância como se fizessem parte do céu. Mesmo assim, tudo isto parece um pouco desfocado tendo em conta que todos os cenários foram desenhados com cores a oscilar entre cinzentos e brancos.
No que toca às personagens, podem contar com modelos bem definidos embora estejam dentro da típica interpretação japonesa do que é uma figura ocidental.

Nota Final - 9

Postedo por Matheus On 11/27/2010 0 comentários

Castlevania: Lords of Shadow - Análise

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História - 9

A história é o aspecto mais forte do jogo, conseguindo empolgar os aventureiros do início ao fim. Viradas repentinas, cenas chocantes e passagens de ação dão vida ao espetáculo da Idade Média. Os elementos que reforçam o conto são as passagens em vídeo, vistas entre os estágios, e a coleta das informações dos outros cavaleiros da Ordem.
O jogo tem como personagem principal Gabriel que participa da Broterhood of Light (Irmandade da Luz). O grupo tenta a todo custo proteger o Mundo dos Lord of Shadows (Senhores das Sombras). Gabriel entretando tem seu motivo particular para enfrentar os monstros, sua mulher foi assassinada pelos terrores da escuridão, mas , a alma dela ficará meio viva e meio morta , então ela ajuda Gabriel a meio que salvar o Mundo.


Gráfico - 9,5

http://static3.baixakijogos.com.br/images/games/000/004/151/screenshots/236147/img_normal.jpg?af72aeO jogo mostra gráfico quase que perfeitos,há que se destacar o incrível visual.O game tem florestas, ruínas de cidades antigas, cavernas e lagos congelados reproduzidos nos mínimos detalhes, com um impressionante trabalho na representação de clima. Desde a fase de tutorial, a Mercury Steam já mostra a que veio: é uma chuva torrencial em que se vê cada gota respingar no chão e molhar a armadura, pele e cabelo de Gabriel. O trabalho de luz de sombra também é um espetáculo, com feixes sendo formados pelas folhas das árvores e, quando se olha para um inimigo contra o Sol, a claridade é tão forte que "invade" o contorno do objeto.

Som - 9,5

Podemos dizer que não temos nenhuma reclamação em relação ao áudio do jogo ou à trilha sonora. O conjunto sonoro é harmonioso, tendo ótimas composições clássicas e dublagem de altíssima qualidade. Se for jogar Castlevania: Lords of Shadow, erga o volume da televisão ou prepare o seu melhor fone de ouvido.

Gameplay - 8

Um dos aspectos que mais chama a atenção são os combates, que emula o estilo de "God of War". Gabriel Belmont, o protagonista deste "Castlevania", manipula um chicote de um jeito similar às Blades of Fury do espartano Kratos, e enfrenta horríveis criaturas com violência. Mas a brutalidade é bem mais leve que a do game com o deus da guerra: aliás, a Mercury Steam, estúdio espanhol que fez o game, até se conteve para um título não recomendado para menores de 17 anos nos Estados Unidos (talvez tenha sido ajustado para que, no Japão, não receba o temido selo Z, para maiores de 18 anos).

As magias são de dois tipos - a da luz, que faz os golpes recuperarem a energia do personagem, e a da treva, que aumenta os danos e o "stopping power" - e usam uma energia especial, fornecido pelos inimigos mortos (como no "Ninja Gaiden" moderno). As armas secundárias - olha uma característica tradicional de "Castlevania" - estão potentes: a faca, por exemplo, mata os inimigos menores com apenas um tiro (e olha que ainda existe a versão explosiva desta), e o cristal, com uma apresentação épica digna de um "summon" de "Final Fantasy", praticamente pulveriza todos os oponentes que estiverem na tela. Obviamente, essas armas são relativamente limitadas.

O segredo de "Lords of Shadow" é saber dosar combate com exploração e quebra-cabeças num bom ritmo. Os momentos de maior intensidade, durante as lutas, são intercalados com partes em que o jogador procura por itens e resolve enigmas. As soluções não são difíceis, mas exigem alguma dose de pensamento analítico, e se o jogador não conseguir visualizar uma saída, há uma opção que libera a resposta na hora (afinal, ninguém gosta de ficar empacado). A penalidade é apenas não receber pontos que servem para liberar novos movimentos (no entanto, os inimigos também fornecem pontos). Além disso, há chefes enormes intitulados de titãs, cuja mecânica de jogo vem diretamente do cult "Shadow of the Colossus". Ou seja, o jogador tem que descobrir um jeito de escalar o corpo desse inimigo colossal, e destruir os pontos fracos. Essa é uma atração à parte no game.

O jogo é dividido em 12 capítulos e cada um deles possui diversas fases - não se trata de um mapa único. As fases são basicamente lineares, mas existem bifurcações e áreas escondidas, onde se podem encontrar vários itens secretos. O fato de poder repetir as fases ajuda os novatos, já que podem se dedicar a procurar objetos que ajudem a melhorar o personagem e ganhar mais dinheiro, liberado mais golpes. Além disso, uma vez vencida, cada um dos estágios libera um desafio extra: o replay impõe condições, como derrotar um número "x" de oponentes, não usar magias ou termina dentro de um tempo determinado.

Nota Final - 9

Postedo por Hugo C On 11/27/2010 0 comentários

Fallout: New Vegas – Análise

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História - 9

Você controla Courier(nome padrão do personagem que significa algo como “Entregador”), que logo no começo do jogo cai numa cilada de Benny, um homem ganancioso e cínico. Nosso protagonista é colocado de joelhos, é roubado de um pacote que carregava para entrega, leva uma bala entre os olhos, milagrosamente sobrevive e é curado por um médico que mostra a clemência rara nos desertos desse planeta desolado. Agora ele precisa recuperar seu pacote e descobrir por que ele era tão importante.

New Vegas foi desenvolvido pela Obsidian, atual empresa do criador original da série, o escocês Feargus Urquhart. Por isso o jogo carrega ambientação e humor muito mais fortes que o terceiro jogo da série, desenvolvido pela Bethesda sem o auxílio de Urquhart. Suas jornadas frequentemente vão te levar a situações inusitadas que vão parecer perfeitamente razoaveis pra você, mas que soariam rídiculas se você contasse a algum amigo.

Gráfico - 6

O jogo carrega graficos iguais a Fallout 3, que por sua vez tinha gráficos semelhantes ao ultimo jogo da Bethesda, o ótimo Oblivion. Porém Oblivion saiu em 2006 e ja não era tão impressionante na época(fora seus ambientes, que tinham maior potencial estético que os desertos de Fallout). Em New Vegas temos centenas de modelos que não se destacam exceto pelos poucos personagens centrais da história e uma vastidão de um cenário amarelo com poucos e espalhados pontos de referência que raramente(ou nunca) vão te impressionar.

Som - 8

Ótima dublagem com atores renomados como Ron Perlman, famoso por Hellboy, retornando ao seu papel como narrador da série, e Matthew Perry, o Chandler de Friends, como Benny, o inescrupuloso. O único grande problema é que os dubladores menos conhecidos fazem as vozes de vários personagens, e isso é bem perceptível as vezes. As rádios clandestinas funcionam como a trilha sonora de New Vegas, trazendo músicas antigas que criam uma sensação de tentativa de retomar um passado melhor. Ótimo trabalho.

Gameplay - 9

Talvez um dos maiores problemas de Fallout 3 era o fato de você ser prometido liberdade de fazer o que quiser, mas ser sorrateiramente restringido quando tenta fazer certas coisas. Isso acaba aqui. Personagens importantes não “desmaiam” quando você surra eles. Eles morrem, e isso pode mudar sutilmente a historia.

Também há uma grande melhora na variedade de equipamentos do jogo em relação ao seu antecessor, o que é uma mudança muito bem vinda ja que os inimigos também são mais variados agora. Isso ajuda a amenizar a tarefa as vezes entediante de explorar o enorme deserto, procurando por algo mais interessante pra fazer do que apenas correr por 10 minutos até o próximo objetivo da quest principal. Porém quando isso acontece, é facil de notar que o combate é o mesmo do seu predecessor e de Oblivion, um sistema meio desastrado(principalmente se você usar armas de fogo) e claramente antiquado.

Porém este que vos escreve ainda gostaria de ressaltar que explodir cabeças com um super martelo ainda é muito divertido.


Nota Final - 8

24 novembro 2010

Postedo por Hugo C On 11/24/2010 0 comentários

Dead Rising 2 - Análise

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História - 8

Dead Rising 2 se passa 5 anos depois de seu antecessor. Os zumbis ja não são mais novidade pro mundo e a sociedade não só se adaptou a sua presença como se aproveita dela.


Uma das atrações desse novo mundo é o Terror is Reality, uma espécie de game show/esporte onde pessoas matam zumbis em cativeiro por dinheiro(além de ser um dos modos multiplayer do jogo). Nesse ambiente inusitado nós conhecemos Chuck Greene, que está participando do programa, um homem que carrega a cruz de ter perdido a esposa para a epidemia de zumbis da cidade de Las Vegas. Além dessa culpa, Chuck precisa criar sua filha Katey que, infectada pelos zumbis, precisa de doses a cada 24 horas de Zombrex, um remédio caro, mas que a mantém humana. Em meio aos seus problemas, um ato terrorista permite a entrada de zumbis na cidade até então segura de Fortune City, uma tentativa de recriar a agora destruída Las Vegas, e nosso pobre herói é incriminado pelo crime. Que lambança! Cabe a você ajuda-lo a provar sua inocência.

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Gráfico - 9

Graficamente é um jogo que não se destaca muito, mas artisticamente é brilhante, e as vezes até meio doentio, criando um ambiente colorido ao mesmo tempo em que pedaços de carne humana e sangue voam pela tela.

Som - 7

Boa dublagem e músicas esporádicas que agradam. Não há muito mais o que dizer. Cumpre o que precisa fazer e cumpre bem.

Gameplay - 9

Você está numa cidade infestada de zumbis. Sem restrições. Hora da ação, rapaz.

Chuck precisa cumprir os objetivos estabelecidos em cada capítulo de modo que possa desmascarar o mistério do impostor que o incriminou. Pra isso, ele precisa atravessar os mares de zumbis de Fortune City. Quando eu digo “mares de zumbis”, eu quero que o leitor entenda que Dead Rising 2 consegue mostrar até 7000 zumbis ao mesmo tempo na tela. O arsenal também não fica muito atrás, indo desde armas de água e baldes de metal a armas de fogo e

criações de Chuck através de combinações, como o bastão de baseball com pregos. O jogo tenta fazer você se sentir com total liberdade na anarquia de uma cidade infestada. E consegue. Vale lembrar que o jogador precisa também equilibrar o cumprimento de objetivos secundarios(como salvar sobreviventes) com o restrito tempo de cada capítulo. Além é claro de conseguir a dose diária de Zombrex para Katey.

O multiplayer inclui dois modos: Terror is Reality, que ja foi mencionado nessa análise, onde até 4 jogadores competem por pontos matando zumbis em situações diferentes, e o modo co-operativo onde dois jogadores atravessam a historia do jogo controlando duas versões de Chuck.


Nota Final - 8,25

23 novembro 2010

Postedo por Hugo C On 11/23/2010 1 comentários

Star Wars The Force Unleashed II – Análise

História - 7

No inicio deparamos com Starkiller como um prisioneiro de Darth Vader, Vader diz para Starkiller que ele é um clone de seu falecido aprendiz e esta a treinar ele para traze-lo para o lado negro da força e reaver seu assassino sith.

Mas Darth Vader não consegue corromper a força e a luz em Star Killer, ele tem visões de seu passado, do bem que ele fez a aliança rebelde, de seu mestre jedi Rahm Kota, de sua amada Juno, e logo se rebela contra Lord Vader e começa sua jornada para encontrar seu mestre, sua amada e descobrir a verdade sobre sua identidade.

Contamos também com dois finais no jogo, assim como em seu antecessor.

Gráfico - 9

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O visual do jogo foi muito bem trabalhado em todos os aspectos, os personagens os cenários, os objetos e armas, todos acima da média, o que é interessante é o modo como as coisas são destruidas no jogo… o vidro quebra como um vidro de verdade, a madeira estilhaça como madeira de verdade e o metal amassa também como o mesmo, a Lucas Arts fez um bom trabalho simulando o comportamento real desses materiais.

Mas existem duas coisas que devemos ressaltar acima de tudo, que são as CG`s e os horizontes… eles acima de tudo são de tirar o fôlego em certas partes do jogo.

Som - 7

Podemos classificar como mais do mesmo… Os efeitos sonoros dos sabres, tiros, objetos quebrando e explosões estão no padrão de qualquer outro jogo da série Star Wars, e quanto a trilha sonora, temos praticamente a mesma trilha sonora de sempre, nada de novo ou impressionante.

Mas merece uns pontos a mais pela dublagem dos personagens que esta perfeita, e as vozes estão super bem interpretadas dando um drama a mais para a trama.

Gameplay - 7

Agora armado com 2 sabres de luz e novas habilidades, Starkiller traz bastante destruição, BASTANTE MESMO, até mesmo em alguns momentos ele é poderoso demais, o que pode fazer com que o jogo seja muito fácil até mesmo no modo mais dificil.

Contamos com muitos 3 níveis de “Power-up” para cada habilidade do Starkiller e diversas combinações de “saber-crystals” para seus sabres de luz, além de mudar a cor do sabre cada saber crystal conta com uma habilidade diferente, alguns aumentam a energia ou a barra de força jedi do personagem, enquanto outros dão habilidades especiais para o sabre, como o poder de incinerar o inimigo, incendia-lo, aumentar o critical-hit e por ai vai. Lembrando que por ser dois sabres de luz temos a possibilidade de fazer diversas combinações.

Os combos que Starkiller aprende ao evoluir suas habilidades no inicio são de fácil execução, mas alguns se tornam complicados e difíceis de se decorar a combinação.

Algo bem legal que foi adicionado à SW: The Force Unleashed 2 foi a quantidade imensa de roupas que você pode selecionar para o Starkiller, você pode jogar até com uma rouba de Storm Trooper ou Boba Fett.

Nota Final - 7,5