24 novembro 2010

Dead Rising 2 - Análise

Postedo por Hugo C On 11/24/2010 0 comentários

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História - 8

Dead Rising 2 se passa 5 anos depois de seu antecessor. Os zumbis ja não são mais novidade pro mundo e a sociedade não só se adaptou a sua presença como se aproveita dela.


Uma das atrações desse novo mundo é o Terror is Reality, uma espécie de game show/esporte onde pessoas matam zumbis em cativeiro por dinheiro(além de ser um dos modos multiplayer do jogo). Nesse ambiente inusitado nós conhecemos Chuck Greene, que está participando do programa, um homem que carrega a cruz de ter perdido a esposa para a epidemia de zumbis da cidade de Las Vegas. Além dessa culpa, Chuck precisa criar sua filha Katey que, infectada pelos zumbis, precisa de doses a cada 24 horas de Zombrex, um remédio caro, mas que a mantém humana. Em meio aos seus problemas, um ato terrorista permite a entrada de zumbis na cidade até então segura de Fortune City, uma tentativa de recriar a agora destruída Las Vegas, e nosso pobre herói é incriminado pelo crime. Que lambança! Cabe a você ajuda-lo a provar sua inocência.

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Gráfico - 9

Graficamente é um jogo que não se destaca muito, mas artisticamente é brilhante, e as vezes até meio doentio, criando um ambiente colorido ao mesmo tempo em que pedaços de carne humana e sangue voam pela tela.

Som - 7

Boa dublagem e músicas esporádicas que agradam. Não há muito mais o que dizer. Cumpre o que precisa fazer e cumpre bem.

Gameplay - 9

Você está numa cidade infestada de zumbis. Sem restrições. Hora da ação, rapaz.

Chuck precisa cumprir os objetivos estabelecidos em cada capítulo de modo que possa desmascarar o mistério do impostor que o incriminou. Pra isso, ele precisa atravessar os mares de zumbis de Fortune City. Quando eu digo “mares de zumbis”, eu quero que o leitor entenda que Dead Rising 2 consegue mostrar até 7000 zumbis ao mesmo tempo na tela. O arsenal também não fica muito atrás, indo desde armas de água e baldes de metal a armas de fogo e

criações de Chuck através de combinações, como o bastão de baseball com pregos. O jogo tenta fazer você se sentir com total liberdade na anarquia de uma cidade infestada. E consegue. Vale lembrar que o jogador precisa também equilibrar o cumprimento de objetivos secundarios(como salvar sobreviventes) com o restrito tempo de cada capítulo. Além é claro de conseguir a dose diária de Zombrex para Katey.

O multiplayer inclui dois modos: Terror is Reality, que ja foi mencionado nessa análise, onde até 4 jogadores competem por pontos matando zumbis em situações diferentes, e o modo co-operativo onde dois jogadores atravessam a historia do jogo controlando duas versões de Chuck.


Nota Final - 8,25

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