História - 8
A história de Vanquish tem lugar num futuro não muito distante onde a população mundial atingiu um número demasiado elevado para ser sustentável. De forma a combater a escassez de recursos, os Estados Unidos criam uma base espacial com a finalidade de recolher energia solar e utiliza-la para abastecer o país. O que ninguém esperava é que a nova força Russa tomasse conta da estação e a utilizasse para destruir San Francisco. Com as baterias apontadas a New York como próximo alvo, é altura de agir e reaver o controlo da estação.
Nesta aventura tomam controlo de Sam, um soldado equipado com uma armadura altamente avançada da DARPA, que é recrutado para entrar no terreno e ajudar a reconquistar o O'Neill Cylinder, das mãos da Order of the Russian Star. Lado a lado com os membros da Bravo Company, chamados para a mesma missão, Sam vai ser constantemente ajudado pela sua colega da DARPA, Elena Ivanova de forma a levar a missão a bom porto.
Gráfico - 9
Um dos grandes destaques vai para a iluminação de Vanquish. Em geral, o jogador pode notar reflexos nas armaduras, oriundos de explosões ou mesmo de luzes artificiais. Outro elemento que merece ser ressaltado é a animação. Conforme já mencionamos, tudo flui bem e com muito estilo. Repare na maneira como Sam troca de armas.
Som - 9,5
Temos o áudio de Vanquish. Mais uma vez, a Platinum Games mostrou que sabe o que está fazendo, trazendo trilhas totalmente cabíveis com a atmosfera do jogo. O resultado são músicas predominantemente eletrônicas e que conseguem destacar bem as emoções do game.
Os efeitos sonoros não se limitam a simples explosões que parecem ter sido retiradas de um banco de arquivos de áudio. Aqui, você escuta não somente o “boom”, mas os circuitos entrando em curto, o ferro sendo distorcido e diversos outros detalhes.
Gameplay - 9,5
Mas é na jogabilidade e acção que Vanquish consegue realmente ser explosivo e altamente divertido. A jogabilidade mistura a acção na terceira pessoa a fazer lembrar a velocidade de clássicos como Contra, mas em 3D e com gráficos da nova geração.
Sam anda sempre equipado com a tecnologia Blade, que suporta até 4 armas que podem variar entre metralhadoras, lâminas voadoras, snipers e até lança-rockets.
A armadura de Sam, a ARS, como é conhecida, serve para desempenhar várias funções além da protecção básica.
Com ela podem abrandar o tempo usando o conhecido efeito de Bullet-Time, que pode ser activado em qualquer situação ou automaticamente numa fase crítica. À medida que dão uso ao escudo ou às várias habilidades vão gastando energia que precisam para manter a armadura a funcionar normalmente, mas após descarregada, é possível morrer muito mais facilmente.
Outra forma de usar a energia do ARS pode ser a aplicação da mesma ao uso de ataques físicos, extremamente úteis e poderosos, mas que descarregam de imediato o fato, por isso há que usar este ataque com algum cuidado e estratégia.
Se há algo que Vanquish faz de forma bastante interessante é o seu método de evolução das armas que podem usar. Se conservarem o carregador de uma arma cheio até ao máximo, a próxima vez que apanharem munições para a mesma arma, esta acaba por evoluir um nível, podendo dar mais dano ou até ter direito a mais balas dentro do carregador. É de facto uma novidade muito bem vinda e que faz todo o sentido, pois, se é impossível apanhar as munições extra, ao menos estas ganham uma nova função.
No que toca às personagens, podem contar com modelos bem definidos embora estejam dentro da típica interpretação japonesa do que é uma figura ocidental.
Nota Final - 9
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